Capìtolo 22
a quietude parecia ser enfatizada em lugar de perturbou por um longo-
suspiro tirado pelo qual enviou uma emoção de medo supersticioso o
armação robusta do homem jovem, porque ele soube bem que a Reno era
infestado com espíritos animados por intenções más para seres humanos,
e contra tais espíritos estava a espada dele mas como uma vara de salgueiro. Ele
se lembrou com temor renovado que este castelo estava só alguns ligas
sobre as pedras de Lurlei para onde uma ninfa de beleza sobrenatural atraiu os homens
a destruição deles/delas, e o cavaleiro se cruzou como uma proteção
contra todo tal. Coragem juntando deste ato devoto, e
abandonando a arma inútil dele, ele andou pé ante pé à porta para a que conduziu o
apartamento maior, e lá achou as piores antecipações dele percebidas.
Com a parte de trás dela contra a porta exterior fechada estava uma Sirena da Reno,
e, como se mostrar como fútil é o apoio do Mau dentro um
crise, os mesmos lábios dela estavam pálidos com medo e os olhos azuis dela era largo