Capìtolo 55
contos em qual sempre ele figurou como o herói e o assistente como o
heroína. Enquanto o Manuel lamentou a aspereza de destino, Roberto, o
estudante loiro, se deixou igualmente para melancolia, pensando em,
a filha da Baronesa. O estudante foi forçado a suportar gracejos
especialmente de Célia que, de acordo com certas línguas más, era
tentando o despertar da frigidez habitual dele. Mas o Roberto a deu
nenhum cuidado.
Depois alguns dias a casa era impaciente com curiosidade.
Como os pensionistas entraram da rua, eles cumprimentaram um ao outro
jocosamente, repetindo da maneira de um passar-palavra: "Quem é Don Telmo?
O que é o Don Telmo fazendo?"
Um dia o polícia-comissário de distrito veio e falou com Don Telmo,
e algum a pessoa ouviu ou inventou o relatório que os dois homens eram
discutindo o crime notório em Rua de Malasana. Ao ouvir isto
notícias que a curiosidade expectante dos pensionistas encerou grande, e
tudo, meio em gracejo e meio em sério, organizou para manter um relógio em