Capìtolo 45
Manuel para a loja para um pacote de cigarros, e lhe dá um charuto
para a incumbência.
"Fume aqui", ela diria. "Ninguém o verá."
Manuel se sentaria em um tronco e a senhora velha, um cigarro em
a boca dela e assoando fumaça pelas narinas dela, recontaria
aventuras dos dias da glória dela.
Aquele quarto de Dona Violante e as filhas dela era um abrigo de infecção;
dos ganchos pregados à parede penduraram trapos sujos, e entre o
falta de ar e a mescla de odores para a que um fedor surgiu forte bastante
derrube um boi.
Manuel escutou as histórias de Dona Violante com delícia genuína. O
senhora velha estava melhor a ela nos comentários dela.
"Eu lhe, meu menino", falo ela diria, "você pode levar minha palavra para isto. Um
mulher com um par bom de peitos e quem acontece para ser um bastante quente
article"--e aqui a senhora velha puxou ao cigarro dela e com um
gesto expressivo indicou o que ela querida dizer por ela nenhum menos expressivo