Capìtolo 4
O autor não pode dizer, e ele lamenta isto. Ele, pesares isto, porque
Tempo, de acordo com certos filósofos solenes, é a tela
fundo contra o qual nós bordamos as loucuras de nossa existência,
e verdadeiramente é pequeno científico não poder indicar a
precisamente qual momento que a tela deste livro começa. Mas o autor
não saiba; tudo que ele pode dizer são, que naquele momento os corcéis de
noite teve durante um tempo apreciável sido coursing pelos céus. Isto
era, então, a hora de mistério; a hora quando talo de povo mau
no estrangeiro; a hora na qual o poeta sonha com imortalidade, enquanto rimando
_hijos_ com _prolijos_ e _amor_ com _dolor_; a hora em qual o
o noite-passeador se esquiva adiante da toca dela e o jogador entra no seu;
a hora de aventuras que são buscadas e nunca são achadas; a hora,
finalmente, dos sonhos da virgem pura e do homem velho venerável
reumatismo. E como esta hora romântica planou em, os gritos e canções,
e disputas da rua baixaram; as luzes nas sacadas eram