Capìtolo 35
óculos seguidos. A mesa de centro era tão grande para tal um quarto pequeno
que quando os pensionistas estavam sentados isto espaço raramente partido para passagem
aos fins.
O parede-papel amarelo, rasgado em muitas manchas, exibiu, a intervalos,
círculos encardidos do óleo dos cabelos dos hóspedes; reclinando dentro o deles/delas
assentos eles descansariam a parte de trás das cadeiras e as cabeças deles/delas contra
a parede.
A mobília, a palha preside, as pinturas, o tapete cheio de
holes,--tudo naquele quarto era imundo, como se o pó de muitos
anos tinham resolvido nos artigos e tinham agarrado o suor de vários
gerações de hóspedes.
De dia o jantar-quarto era escuro; de noite estava iluminado por um
chamejando abajur de querosene que manchou o teto com fumaça.
A primeira vez que Manuel, seguindo o instruções da mãe dele,,
servido a mesa, a proprietária, como sempre, presidiu. Ao direito dela sentou um
cavalheiro velho de cadavérico aspect,--um personagem muito meticuloso que
conscienciosamente esfregado os óculos e pratos com o guardanapo dele. Por seu