César ou Nada

Pío Baroja

Capìtolo 33

do trem comovente teve sido ido do silêncio da noite, o César pôde
ouça a respiração suave de Laura.

Um pequeno antes de amanhecer, César, cansado de não dormir, se levantou e começou
dar um passeio no corredor. Estava chovendo;  no horizonte, debaixo de
o preto, céu sem estrelas, que uma claridade vaga começou a se aparecer. César levou
fora o livro de Proudhon dele e se imergiu nisto.

Quando começou a ser dia que eles já estavam adquirindo perto de Roma. O trem
estava traspassando um apartamento, planície desarborizada de aspecto pantanoso, coberto,
com grama verde;  de vez em quando havia uma cabana pobre, um feno-pilha,,
na extensão despovoada, monótona.

O céu cinzento continuou se solucionando em uma chuva que, ao impulso
de rajadas de vento, linhas oblíquas localizadas no ar.

A Laura teve waked e estava no provador de roupa. Um pequeno depois ela veio
fora, fresco e amável, sem o menos sinal de fadiga.

Eles começaram a ver as paredes amareladas de Roma, e certos edifícios grandes
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